quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Ore por Missões!

Você tem orado por MISSÔES?

E não tem visto nada acontecer?

Não pare!!!!



Não pare de orar, pois o mundo necessita da sua oração.

 



- ISRAEL -

No CULTO DE MISSÕES, o país em foco será Israel. Abaixo alguns dados sobre a nação de Israel:

DADOS PRINCIPAIS:
Nome oficial: Estado de Israel (Medinat Yisra'el).
Nacionalidade: israelense.
Data nacional: 28 de abril (Independência)*.
Capital: Jerusalém (não reconhecida pela ONU), Telaviv (sede da maioria das embaixadas estrangeiras).
Cidades principais: Jerusalém (633. 700), Telaviv (348.100), Haifa (265.700), Rishon Leziyyon (188. 200), Holon (163.100) (1998).
Idioma: hebraico (oficial), árabe.
Religião: judaísmo 80,6%, islamismo 14,6% (maioria sunita), cristianismo 3,2%, drusos 1,6% (1997).

GEOGRAFIA: Localização: oeste da Ásia.
Hora local: +5h.
Área: 20.700 km2.
Clima: mediterrâneo.
Área de floresta: mil km2 (1995). 

POPULAÇÃO: Total: 6,2 milhões (2000), sendo israelenses nativos de origem européia 41%, europeus, americanos, africanos e médio-orientais 40%, árabes 19% (1996). 
Densidade: 299,52 hab./km2.
População urbana: 91% (1998).
População rural: 9% (1998).
Crescimento demográfico: 2,2% ao ano (1995-2000).
Fecundidade: 2,68 filhos por mulher (1995-2000).
Expectativa de vida M/F: 76/80 anos (1995-2000).
Mortalidade infantil: 8 por mil nascimentos (1995-2000).
Analfabetismo: 3,9% (2000).
IDH (0-1): 0,883 (1998).

POLÍTICA:Forma de governo: República parlamentarista.
Divisão administrativa: 6 distritos subdivididos em municipalidades. 
Principais partidos: Trabalhista de Israel, Likud, Shas, Meretz, Israel B'Aliyah.
Legislativo: unicameral - Assembléia, com 120 membros eleitos por voto direto para mandato de 4 anos.
Constituição EM VIGOR: não há Constituição escrita.



ECONOMIA: Moeda: shekel novo.
PIB: US$ 100,5 bilhões (1998).
PIB agropecuária: 4,2% (1998).
PIB indústria: 29% (1998).
PIB serviços: 66,8% (1994).
Crescimento do PIB: 5,4% ao ano (1990-1998).
Renda per capita: US$ 16.180 (1998).
Força de trabalho: 3 milhões (1998).
Agricultura: batata, tomate, trigo, maçã, frutas cítricas, melão.
Pecuária: bovinos, suínos, ovinos, aves.
Pesca: 23,3 mil t (1997).
Mineração: bromita, magnésio, sais de potássio.
Indústria: alimentícia, bebidas, tabaco, máquinas (elétricas), química, petroquímica, carvão, metalúrgica, equipamentos de transporte, jóias (polimento de diamante).
Exportações: US$ 23,3 bilhões (1998).
Importações: US$ 29,3 bilhões (1998).
Principais parceiros comerciais: EUA, Reino Unido, Alemanha, Bélgica, Itália, Holanda (Países Baixos), Suíça.

DEFESA: Efetivo total: 175 mil (1998).
Gastos: US$ 11 bilhões (1998).

RELAÇÕES EXTERIORES: Organizações: Banco Mundial, FMI, OMC, ONU.
Embaixada: SES Quadra 809 lt. 38 - Tel. (061) 244-7675 (PABX), fax (061) 244-6129, e-mail:
embisrael@tba.com.br - Brasília, DF.

O Hebraico


O hebraico é uma língua semítica. As línguas semíticas constituem um ramo da grande família das línguas afro-asiáticas, anteriormente chamada camito-semítica. A família afro-asiática compreende seis ramos: semítico, egípcio, berbere, cuxita, homótico e chádico.
A família das línguas semíticas é bem antiga, documentada desde a metade do terceiro milênio a.C. com o acádico e o eblaíta, até os dias atuais com o árabe, o amárico e o hebraico. 


Quando é que se começou a falar de "língua hebraica"? 

Para nossa surpresa, o termo "hebraico", para se referir à língua, aparece pela primeira vez só nos escritos gramaticais de Saadia ben Iossef, conhecido também como Saadia Gaon (882–942 d.C.), tendo, só mais tarde ainda, se tornado comum nos estudos gramaticais da língua. Saadia Gaon, que nasceu no Egito e morreu na Palestina, foi o mais versátil sábio judeu da diáspora árabe, com erudição enciclopédica e vasta cultura. Saadia dirigiu a grande Yeshivá (=academia rabínica) de Sura, na Babilônia.

Antes disso, como os israelitas e judeus chamavam a sua língua?
Talvez a primeira referência bíblica à língua falada em Israel seja a que aparece em Is 19,18 - um texto pós-exílico muito posterior ao profeta do século VIII a.C. -, que a chama de "língua de Canaã" (sephath  kena'an) de modo, aliás, muito apropriado, por ser o hebraico a forma mais desenvolvida do "cananeu". 
Em outros textos bíblicos, como 2Rs 18,26.28 =Is 26,13 =2Cr 32,18, Is 36,11 ou Ne 13,24, fala-se em "judaico" (yehûdîth) ou "língua dos judeus" (yehûdîth vekhilshôn)  para contrastá-la com o aramaico. Diz 2Rs 18,26: "Eliacim, Sobna e Joaé disseram ao copeiro-mor: 'Peço-te que fales a teus servos em aramaico, pois nós o entendemos; não nos fales em judaico, aos ouvidos do povo que está sobre as muralhas'". 
Na antiguidade falava-se também de "língua sagrada" para se referir ao conjunto dos textos bíblicos ou de "língua dos sábios" para falar da tradição oral rabínica ou do hebraico mishnáico e tanaítico.
Quando o termo "hebreu" ('îbhrî) aparece na Bíblia, como em Gn 39,14;41,12; Ex 2,11 e Jn 1,9, não é à língua que ele se refere, mas a uma etnia. No Talmude quando o termo aparece em referência à língua é ou a um dialeto do aramaico ou a outra língua falada por judeus. Mas no Talmude se fala de "escrita hebraica" em oposição à "escrita assíria". O hebraico como língua viva, no sentido de língua falada por uma comunidade como sua língua-mãe, desapareceu por volta de 200 d.C., após a revolta de Bar Kokba e sua derrota frente aos romanos, quando a população da Judéia foi exterminada ou fugiu para a Galiléia. Mas o hebraico continuou a existir na intensa atividade literária das comunidades judaicas da diáspora e também como língua franca (= língua não vernácula, mas que serve de veículo para relações econômicas, e outras) ao longo de toda a Antiguidade e da Idade Média, revivendo como língua-mãe do povo judeu no final do século XIX e tornando-se, no século XX, novamente, a língua oficial de Israel.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Ilha da Madeira - Portugal

Culto de Missões - Assembleia de Deus em Jiquiá

Pais em foco: Ilha da Madeira - Portugal

Temporal na ilha da Madeira em 2010

O temporal na Ilha da Madeira em 2010 foi uma sequência de acontecimentos iniciados por forte precipitação durante a madrugada do dia 20 de Fevereiro, seguida por uma subida do nível do mar. Estes acontecimentos provocaram inundações e derrocadas ao longo das encostas da ilha, em especial na parte sul.





Quer saber mais?
Não perca o próximo Culto de Missões em Jiquiá.

Dia: 17/out/2010.